Sumi um pouquinho, peço desculpas, mas confesso que bate uma preguiça de vez em quando. Mas como em todas as histórias, o bom filho à casa torna, e aqui estou!!!
Hoje vou falar sobre um poema que fiz quando estava sentido-me presa a tudo, não sei a quê especificamente, mas estava com uma algema em punho mentalmente. Não sei se alguns de vocês já tiveram essa sensação de cadeia em mente, de ser prisioneiro de algo, de sentir que todo seu direito de ir e vir está corrompido, mas é justamente o que o poema relata.
Um poema onde a paz pessoal é exilada de cada frase, um poema onde você quer sentir-se livre. Correr, flutuar, e quer o mesmo desejo do eu-lírico.
Boa leitura!
Direito de sonhar
Eu quero aquela independência
vista no voo de um passarinho
descrita nas asas de uma borboleta
e nos primeiros passos de um bebê.
Quero o livre arbítrio prometido a mim
quando eu nem sonhava em nascer.
Quero a liberdade de justiça,
de escolhas, de opção sexual.
Quero a liberdade de ser gente em meio a animais.
Eu quero o que me foi prometido,
e se não for pedir demais
quero a liberdade igual a que eu possuía
quando habitava o útero da minha mãe.
Liiindo. :')
ResponderExcluirBeijos, Arih
(http://eppifania.blogspot.com/)
Que bom que gostou flor, obrigada.
ExcluirGostei muito do blog. Parabéns!!!
Beijoos...