Quem nunca teve um amor assim? Aquele fogo inicial, beijos perigosos (as escondidas), sonhos todos os dias com ele, vontade de ver a pessoa amada a cada minuto. Logo tomei gosto pelo filme, e aqui está uma garota capaz de não mais julgar um livro pela capa, ou um filme.
Com isso, acabei criando dois personagens, Ben e Ela, e escrevi um poema chamado ''Instinto'', espero que gostem e boa leitura.
Instinto
Na sombra estavam Ela e Ben
sozinhos de mãos dadas
numa ocasião perfeita para a perdição.
Ambos sentiam desejo do outro.
A sede dele era perigosa.
Ela, inocentemente, desejava ser corpo másculo
passeava sua mão pelo rosto másculo de Ben,
beijava-lhe com o olhar, que era friamente belo.
Ela tremia.
Ben desejava aquele colo sangrento
mas o medo em machucá-la, o fizera recuar.
No momento,
era apenas um humano reagindo contra seu instinto selvagem.
Arrepios os provocavam incontrolavelmente
a fome singular de cada um crescia instintivamente.
O desejo sangrento, atiçou o olhar de Ben,
não conseguia controlar seu instinto.
Tentou afastá-la... Foi em vão.
Ela, descontrolada com o brilho do olhar
avançou para sua morte...
A mordida foi prazerosa para Ben
Para Ela, foi o seu fim tão esperado.
Morreu feliz... Ben morrera junto
saciado por Ela, teve seu fim de remorsos.
Padeceram-se... por amor.
Não sou muito fã da saga não, mas já assisti, e achei perfeito demais. Meus parabéns pelo poema, muito lindo.
ResponderExcluirLetícia *--*
Own Letícia, que bom que gostou do poema. Continue visitando meu blog.
ExcluirBeijos linda.