segunda-feira, 31 de março de 2014

Resultado do Sorteio



Boa noite pessoal!


É agora, quem será que Ganhou?
Antes, uma explicação...



Muitas pessoas curtiram a foto, mas só fizeram isso, logo não participaram do sorteio. Outras não compartilharam, e outras comentaram e não fizeram as outras regras.



Prometo que no próximo sorteio, só existirão duas regrinhas: Curtir a foto e curtir a página, simples assim.
Porém não foi por falta de aviso.



Mas vamos ao que interessa...



Os vencedores são.....



Ahh! O vídeo que explica como aconteceu o sorteio se encontra nesse link, dá uma olhadinha lá: https://www.facebook.com/photo.php?v=631588190244631&set=vb.627527743984009&type=2&theater



Mas vamos lá, os vencedores são...



1º lugar: Mayala Caroline Carvalho nº 15
2º lugar: Yhana Karoline    nº 7
3º lugar: Eduarlan Eterno  nº 8



PARABÉNS!!!



Enviem o endereço de entrega para o e-mail: liza_gts_2011@hotmail.com , em no máximo 48 horas, caso contrário, haverá sorteio novamente.



Beijos :*



sexta-feira, 28 de março de 2014

Um pouco chateada


Boa noite pessoal!

Tô achando que não gostaram do sorteio. Isso procede???
Bom, mesmo assim, aqui está a foto dos prêmios.



Ps.: Lembrando que a inscrição terminará dia 30. 
No dia 31, publicarei o nome dos sortudos e pedirei que enviem o endereço para o meu e-mail.

No mais, só pra lembrar, mesmo tendo 10 pessoas, haverá o sorteio.

Boa sorte gente!!!

quinta-feira, 27 de março de 2014

2º Capítulo de ''A escolha''



      No final do capítulo anterior: ‘’ Janet, assim como sua filha, não podia acreditar no que estava vendo. Sentiu um calafrio em seu corpo, deu um grito tão ensurdecedor, que todos da vizinhança escutaram, e foram lá para ver o que estava acontecendo...’’

      No capítulo de hoje:

            Com todos na porta de sua casa, Janet assustou-se ainda mais, não queria que descobrissem que seu ex-marido estava ali, pois ia virar fofoca na vizinhança. Assim, tratou de escondê-lo. Beyle, mesmo sem compreender nada, levou o pai para o quarto.
            Janet abriu a porta, e deu de cara com seis de suas vizinhas, aquelas que amam falar da vida alheia, e tentou disfarçar sua euforia. Tudo sem resultado. As vizinhas foram logo entrando na sua casa, e viram uma mancha de sangue enorme no tapete da casa. Horrorizadas, saíram correndo porta a fora, acreditando que havia acontecido o pior naquela casa.
            Janet tentou se explicar, mas ficou em duvida no que dizer, não sabia se  a melhor escolha era dizer a verdade (que seu marido, ao qual ela havia enterrado vivo, estava ali, em sua casa), ou continuar com o mal entendido, que na certa iria destruir sua reputação. Ela deixou como estava.
            Beyle colocou o pai em sua cama, e mais uma vez perguntou o motivo de tudo que estava acontecendo, queria saber o porque que a mãe havia se assustado daquela forma e o porque de sua demora, e mais uma vez foi interrompida pela entrada de Janet no quarto.
            Janet partiu pra cima de Henrique, subiu em cima do marido e começou a esmurrá-lo, tamanha era sua força e raiva. Ela batia e  perguntava porque que ele havia voltado, já não bastava o sofrimento que ele a fez passar. Beyle não conseguia detê-la, sua mãe com raiva era muito forte, em uma das tentativas de agarrá-la para proteger seu pai, Beyle foi arremessada na parede batendo a cabeça com muita força, e desmaiou.
            Henrique e Janet ficaram desesperados, apesar do amor que não demonstarava pela filha, eles ficaram com medo e ligaram para Ralph. Em menos de 10 minutos Ralph chegou e Beyle ainda estava desacordada, sem nenhum sinal de vida. Ralph tentava reanimá­-la, mas percebeu que Beyle estava com um sangramento na cabeça,e  chamou a ambulância. Henrique e Janet anciaram pela escolha de Ralph, eles não queriam de forma alguma que sua filha fossem ao hospital, o noivo não compreendeu o motivo, mas foi totalmente contra, e pegou-a no colo.
            Do lado de fora, as seis vizinhas que correram assustadas, agora estava achando que o sangue era de Beyle, e que Janet havia feito alguma tragédia e ligaram para a polícia. Começaram a fantasiar histórias, em uma delas, Beyle estaria fumando maconha e transando na sala com o namorado, e ao entrar em casa, Janet ficou horrorizada, gritou, e em seguida bateu na filha.
             A caminho do hospital, Ralph se desesperou, pois a quantidade de sangue que saía da do ferimento de Beyle, era norme, correu e quase atropelava um senhor que atravessara a rua sem olhar para os lados.
            Ralph chegou no hospital com Beyle em seus braços, e os pais dela chegaram minutos depois, Henrique andando com dificuldade. O médico se aproximou, e levou a paciente para a sala de cirurgia, ao ver quem era, uma dor dilacerando seu peito o atingiu, e sem pensar, beijou os lábios de Beyle, e no mesmo instante, Ralph apareceu no vidro do quarto.

‘’QUE SEGREDOS SÃO ESSES?’’ QUEM É ESSE MÉDICO?’’  ‘’COMO RALPH REAGIRÁ?’’

Acompanhe o penúltimo capítulo no dia 1º de abril.
Beijos!


Clique aqui para acompanhar o primeiro capítulo ----> 1º capitulo ''A escolha''  

terça-feira, 25 de março de 2014

A escolha

Olá meus blogueiros.
      Então, hoje resolvi fazer diferente - estou inovando um pouco – e decidi criar uma mini novela (se é que posso chamar assim) que será publicada as terças e quintas. Terá apenas 4 capítulos essa primeira, assim sendo, terminará semana que vem. Quero entreter vocês com essa primeira  narrativa que tenderá a ser comovente, pelo menos é o que espero, visto que ainda não sei como ela irá terminar.
      Divirtam-se, e boa leitura


            Beyle é uma garota educada e bastante inteligente. Negra, olhos claros e tem um corpo de dar inveja, o que lhe proporciona muitos elogios. Ela gosta de animais e devido a isso seu sonho era ser veterinária, mas acabou se formando em medicina por pressão familiar, e hoje trabalha no melhor hospital de Angori - cidade em que mora. 
            É filha única e tem uma família muito desestruturada.  Seu pai Henrique é formado em pedagogia, porém decidiu entrar para o exército quando viu que seu casamento não dava mais certo, devido a um segredo que destruiu sua vida, e nunca mais retornou para casa. Sua mãe Janet era a típica dona de casa faz tudo, é muito rígida e  não demosntra seu amor pela filha, por esconder um segredo há muito tempo. Apesar disso, Beyle era feliz. Não era a felicidade que havia escolhido, mas aceitou-a mesmo assim.
            Beyle é noiva de Ralph há três anos, tudo por conveniência, já que ambos estão juntos por que suas famílias querem assim. Ralph é branco, tem olhos escuro e é um rapaz muito decidido, sente atração pela noiva, mas não a ama, tem o sonho de ser escritor e empenha-se bastante na escrita do seu livro ''Amarguras'', mas acredita não ter o melhor talento. Ele é um rapaz rico, até então ninguém sabe de onde surgiu essa riqueza, mas ele a usou para apagar o seu passado, que apenas sua família conhece.
            Numa manhã de domingo, Janet havia saído para  a missa, como sempre fazia todas as manhãs, e Bayle dormia até tarde, era seu dia de folga do hospital, e ela passou a noite toda conversando com um amigo no telefone, acabou dormindo tarde. Acordou com batidas muito forte em sua porta,  ficou com medo , mas escutou uma voz longe pedindo socorro, vestiu seu hobby e foi abrir a porta.
            Mal podia acreditar no que estava vendo, quase desmaiava, pois tamanha era sua alegria e espanto. Ali, em sua porta estava seu pai Henrique, todo ensanguentado, não conseguia respirar direito e caiu aos seus pés.
            Beyle ficou sem ação, não conseguia segurar seu pai, o arrastou e o jogou no tapete. Já estava acostumada com essa rotina de sangue, mas aquele era seu pai, e ela pode sentir exatamente o que a família de seus pacientes sentiam, e não era nada bom.
            Ela cuidou dos ferimentos do pai  e ficou aliviada ao perceber que os ferimentos eram leves e sem perceber o abraçou bem forte, sem sequer se importar com a quantidade de sangue que ficaria em seu hobby. Para sua tristeza, Henrique a rejeitou, mas ela já estava acostumada com a frieza, visto que sua mãe era exatamente assim, mesmo sem ela entender o porque. Curiosa, ela perguntou o motivo dele ter chegado daquela forma, e porque demorou anos para voltar, mas teve sua resposta interrompida com a chegada de sua mãe.
            Janet, assim como sua filha, não podia acreditar no que estava vendo. Sentiu um calafrio em seu corpo, deu um grito tão ensurdecedor, que todos da vizinhança escutaram, e foram lá para ver o que estava acontecendo...

‘’ QUE TIPO DE SEGREDO É ESSE?’’     ''QUE PASSADO É ESSE QUE RALPH ESCONDE DE TODOS?''      ‘’PORQUE O PAI SÓ HAVIA CHEGADO AGORA, E DAQUELA FORMA?’’      ‘’QUAL O MOTIVO DO GRITO DE JANET?’’
Não percam a continuação de ‘’A escolha’’ na quinta-feira.
Aguardo vocês.

Beijos :*

SURPRESA!!!!



      Estou muito feliz em poder comemorar esse 1º aninho com vocês! Cada dia que passa vocês me enchem de alegria. Eu amo compartilhar um pouquinho do que escrevo, e isso me faz tão bem. Principalmente quando fico sabendo que vocês amaram o que escrevi.
      E para comemorar este 1º ano, preparei um pequeno sorteio com muito amor pra vocês. 
      Eu queria presentear todos vocês para retribuir esse carinho tão legal que recebo (mas sou pobre haha’). Mas não fiquem tristes pois em breve vai rolar muita coisa legal ^.^

Então vamos aos prêmios!

1º lugar: O livro ‘’O guardião’’ e  2 marcadores do blog.
2º lugar: 3 marcadores do blog,  e 2 marcadores ‘’Eu amo ler’’.
3º lugar: 2 marcadores do blog, e 1 marcador ‘’Eu amo ler’’.

Obs: Publicarei as fotos dos prêmio no dia 28.


Regrinhas:

• Ter endereço de entrega no Brasil;

• Curtir nossa página no facebookhttps://www.facebook.com/pages/Olhardeliz/627527743984009

• Comente ''Tô particpando'' nos coméntários e marque um amigo;

• Curta e compartilhe esta foto.

OBS: Fácil né ? Mas não esqueçam de cumprir as regras, caso contrário serão desclassificados.


INSCRIÇÕES: 25/03 até 30/03.
O resultado será publicado no dia 31/03, até às 23:00, seguido de um vídeo explicando como ocorreu o sorteio.



Boa sorte!!


segunda-feira, 24 de março de 2014

Feitiço

      Boa noite meus amores.
      Esta é a postagem que não fiz ontem hehe'.
      Sabe quando você conhece uma pessoa e não sabe como reagir perto dela. Você ama tudo no corpo da pessoa, desde seu andar, até o último fio de cabelo.
      Então, pensando nisso, fiz esse poeminha básico.
      Espero que gostem!!!

Cilada

Quando a vi pela primeira vez
Infeiticei-me
Não sabia se era uma mulher
Ou algo divino.

Ao chegar mais perto
Fantasiei loucuras
E embriaguei-me pelo suor de seu corpo
Ainda sem conseguir tocá-la.

Amei de imediato seu cabelo
Cachos em ondas conformes
Favorecendo a curva de seu belo rosto.

Fiquei radiante com seu sorriso esbranquiçado
Seu olhar me atraía para um novo mundo
E eu era estrangeiro na arte de amar.

Não me perguntem o nome dela
Eu não saberia responder
Pois embebedei-me com sua formosura real.

sábado, 22 de março de 2014

Sem contos de fadas

      Boa noite meus blogueiros.
      Primeiro quero agradecer o carinho de vocês. Gente, tô tão feliz por vocês estarem realmente curtindo meu blog, tô sem palavras. Sou só agradecimentos. Obrigadaaaaa :)
      Agora vamos lá!
      Hoje venho com um poema para aquelas meninas que tem o pé no chão. Que possuem atitude sem precisar de um salto alto, que não estão nem aí pra moda, vestem sempre o que lhe agradam ou o que fazem sua cabeça.
      Espero que vocês existam, e curtam demais a leitura!
     
      Fim do meu conto de fadas


Não quero o feliz pra sempre
eu quero sofrer, e depois sorrir.
darei mais valor quando a felicidade vier.

Não quero te amar para sempre,
quero brigar hoje e te amar amanhã de manhã
vai ser tão gostoso amar depois da discussão.

Não quero ser só a princesa
quero ser a bruxa também
preciso disso para minha satisfação  e defesa.

Não quero usar uma coroa,
ou artefatos dignas de princesa,
eu quero usar uma tiara
e deixar meu black a vontade.

Não quero sapatinho alto,
eu nem sei andar com eles,
quero meu all star e havaianas confortáveis
com eles eu posso cair sem me dar ao ridículo.

Vestidos com lacinhos e cores pálidas
não fazem o meu corpo.
Eu quero aquela roupa vermelha, preta e azul,
avisando minha personalidade forte.

A lei do feliz para sempre é farsa
e eu não a mereço.
Eu quero chorar, sorrir, sofrer e amar
no tempo errado ou quando estiver que ser.

E o principal,
quero meu principe desencantado
e andando a pé mesmo, pois morro de medo de cavalos.
      

sexta-feira, 21 de março de 2014

Retornei

      Olá galerinha!
      E quase um ano depois, eu retorno. Quem acompanhava meu blog, deve esta querendo me matar né? Visto que não posto mais nada.
      Vamos a explicação: Não lembrava a senha e nem e-mail, e reguei udo com preguiça, desculpem!
      Como o bom filho a casa torna, estou aqui, e vim mostrar que também escrevo contos. Espero que leiam, eu gosto muito dele, pois foi o primeiro texto que escrevi. Boa leitura, e podem puxar minha orelha, eu deixo.
      Boa leitura!

      Minha Perspectiva

      ‘’ Como é difícil viver, como tudo é torto, torturado... ’'     
 Com essa frase inicial, perturbo meus pensamentos sobre a vida, inicio minha jornada em busca de algo que ainda não sei o que é, mas a qualquer momento me fará sentido.     
      Desde que nascemos, somos obrigados a crescer, e tudo se inicia pelo caminhar. Se me perguntassem, garanto que preferiria a paz do colo da minha protetora ao invés de aprender os primeiros passos, mas nesse mundo, tudo contradiz, e o que quero nem sempre é o que preciso - pura ironia da vida.
      Mesmo sendo contra, caminhei na direção de um lugar que minha protetora ensinou a chamar de futuro, não sabia o que era aquilo, mas ela garantiu que é onde minha vida não iria ser sempre dessa mesma forma, que eu mudaria. Consegui descobri por minha conta, que o aprendizado inicial da vida começa quando aprendemos a dar o primeiro passo, chamarei aqui de caminhar infanto, e com ele - em minha perspectiva- descobri o que era dor. Pelo menos, achei que era o que eu descobrira. Eu sofria para caminhar, e em muitas vezes, tropecei e caí, meu corpo se tornara inúmeros arranhões. Isso doía.      
      Fui obrigada a conviver com este meu conceito de dor, que perseguia-me, acompanhava-me, guiava a minha vida. Ralei joelhos, caí de árvores, apanhei da minha protetora, esse era o meu conceito de dor, a minha perspectiva, e aprendi mais tarde –também da minha forma- o que era sofrer, e não tinha nada a ver com tirar meu doce predileto.      
      Cresci, e deixei a minha caminhada infanto, mas ainda seguia rumo ao tal futuro. Passei a reviver e aprender em minha mente tudo que havia aprendido, por que tudo havia mudado? Por qual motivo eu mudara meu modo de pensar? E por que meu conceito de dor estava errado?Eu havia deixado meu infanto sumir, desaparecer, evaporar, e nada fiz para isso não acontecer, apenas continuava a viver a vida como os dias necessitavam. Não existia nenhuma ingenuidade em mim, não existia mais aquela criança, e assim, abrir meus olhos e reconheci as pessoas ao meu redor.      
      Elas são amargas, rudes, grosseiras e tristes, e mesmo assim ainda conseguem demonstrar doçura, inteligência, delicadeza e alegria. Eu já não reconhecia-me porque eu vivia dessa mesma forma. O que sentia por dentro, não era o que eu demonstrava, eu havia me perdido. Era esse o futuro que aprendi em meu caminhar infanto? Era essa mudança que minha protetora dizia que haveria em meu ser? Confesso, não gostei nada desse tal futuro, meu eu havia se transformado, e o pior, não sabia em quê.      
      Conseguia chorar de dor, e juro que cai de árvores, ralar joelhos e roubar meu doce, não chegava nem perto do que eu estava sentindo. Nada fazia sentido, nada era como eu imaginava, como eu  havia aprendido. Cadê a minha dor de criança? Onde estava escondida? Realmente o futuro era mudança, mas detestei. Compreendi que nascemos cegos, nunca vemos beleza no que possuímos. O que era belo ontem, hoje não é. Ontem, eu era criança, hoje eu cresci. Ontem eu não compreendia nada, e hoje? Hoje... Continuo sem compreender.      
      Somos o retrato que pintamos ao decorrer da vida, um retrato em que você olha e nada vê de mágico, a não ser um rosto a mais na sociedade. Perdi a minha infância com o tempo, e não restou nada vivo dela, nem mesmo a minha protetora, que também sofreu a metamorfose do futuro, pois já não me ninava não me beijava não me abraçava.      
      Hoje é vida, um grande começo. Amanhã é morte, o inesperado fim.