sábado, 2 de agosto de 2014

A sumida

Olá meus amores, ainda me amam? rsrs'
Então, aqui estou de novo, depois de um longo tempo afastada de vocês. 
Motivos? Desmotivação e preguiça mesmo. Mas decidi fazer algo diferente.
Deixarei uma postagem aqui pelo menos duas vezes na semana, assim mantenho vocês me amando e não atrapalho minha vida na school, o que acham? Deixem suas opiniões :), não quero deixá-los sem postagens e nem perder o pouco de carinho que ainda resta de vocês rs :) 
Agora, que tal um poema para alegrar a noite? Esse é um dos escritos que mais gosto. Espero que gostem! 
Beijos amores. Até a próxima!!!

Adormecido

hoje eu pensei em você
não deveria ter feito isso
mas não evitei

sentei na varanda
e em cada pedaço de vida
existia a nossa

sorri para uma criança
porque ela tinha seu sorriso bobo
aquele que você dava quando me via chegar

hoje eu pensei em você
e doeu...
doeu de uma forma
que eu não conseguia suportar

e gritei em lágrimas
jorrando todo o amor
que eu pensei que não existia mais
e que estava ali, escondido.

hoje pensei em você
e esse amor acordou
tratei de levantar da cama
na esperança de impedir

que esse amor tenha sonhos.

sábado, 31 de maio de 2014

Passado fazendo falta

Boa noite galerinha!
Estou de volta com os poeminhas, mas percebi que gostaram das cartas, então em breve postarei outras. Aguardem!
Mas vamos ao que me trouxe até aqui... Hoje escrevi um poema que gostaria de compartilhar com vocês, e sei que, infelizmente, não foge muito da nossa realidade. Quem nunca ouviu alguém dizer que no começo tudo são flores? Acho que todo mundo,e  foi pensando nessa saudade de início de  namoro que surgiu o poema Negativo. Espero que gostem ou odeiem rs' ;)
Boa leitura ♥

Negativo

olho para trás
e sinto falta de como éramos

sinto saudade de como você agia
de como me amava
da forma árdua com que me procurava
só para lembrar
que eu era sua vida

sinto falta dos torpedos carinhosos
que eram mais de dez por dia
e hoje
resumem-se a zero em quantidade e dedicação

sinto saudades dos beijos de tirar o fôlego
de quando você me ligava
porque sentia a minha ausência
e hoje
só me liga para avisar do futebol
- isso quando ainda liga

sinto falta de ser sua prioridade
e não sua última opção.

Adeus

Olá meus amores, como vão?
Devido aos pedidos para que Eleonora responda a carta de Miguel, estarei publicando e espero que gostem. Eleonora ficou triste com o que Miguel fez, ela não suporta desconfianças e por esse motivo demorou a responder a carta dele, a mágoa a feriu bastante.
Confiram a resposta de Eleonora, mas antes, me respondam, o que vocês fariam no lugar de Miguel? E no lugar de Eleonora?

Para Miguel




      Olá!
      Ainda não sei a forma que irei iniciar esta carta, tive que reler muitas vezes para ter que te responder e ainda assim estou com o coração doendo em ter que falar com você, mesmo que seja através deste pedaço de papel.
      Fiquei muito feliz em saber que ficou a noite toda pensando em mim, mesmo que tenha sido pelos motivos errados, mas ainda assim admito que gostei.
      Talvez te amar, me fez ficar burra e cega, e essa não é a melhor combinação existente para explicar o amor, mas foi a única que você me fez passar.
      Não sei se vale a pena dizer que te perdoo e continuar com essa dor que dilacera meu coração cada vez que relembro daquela noite, das suas desconfianças, da briga. Choro só de lembrar, a propósito, essa lágrima manchando o papel é a prova de que você não está cumprindo o seu papel de me amar. Você não está me fazendo bem. Você deveria me fazer chorar de tanto rir, de contar piadas, de alegria, mas não, você preferiu me fazer chorar de dor. E isso, me desculpe, eu não perdoo. Você havia me prometido Miguel... Você prometeu que não iria me machucar, que iria me fazer feliz e não é o que você está fazendo. E eu sinto muito, e mais ainda por você.  Eu não quero te ver nunca mais na minha frente, em pensar que eu estava disposta a aceitar seu pedido de casamento, a te dizer um sim, o meu sim... Me arrependo só em pensar nessa hipótese.
      Sim Miguel, você está completamente certo, você agiu como um animal, eu mereço muito mais do que as suas desculpas, e sinceramente, mereço muito mais do que ter você como namorado.
      Miguel, infelizmente eu ainda te amo, e talvez essa seja a minha maior burrice, mas você não acreditou em mim, e o que mais doeu e ainda dói foi você ter acreditado na Bruna, e não em mim. Isso magoou ainda mais do que a sua desconfiança, e mais uma vez eu não te perdoo.
      Claro que se eu for calcular a quantidade de vezes que você me fez feliz, eu perderia as contas, foram muitas. Lembra quando nos conhecemos? Você derramou água nos meus desenhos de coração para o dia dos namorados, lembra disso? Eu fiquei super irritada, mas quando te olhei, aqueles corações não importavam mais, pois o meu eu já havia te entregado naquele exato momento. Pois então Miguel, hoje acontece o contrário... Hoje eu que jogo água no seu coração e pego de volta o meu, para que você não mais o machuque.
      Enfim... é o fim. É o nosso fim.
      Adeus.

Ps.: Não aguardo nem resposta e nem notícias suas. Suma da minha vida.


Eleonora

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Perdão

Olá meus amores. Tudo bem com vocês?
Hoje trago uma novidade pra gente. 
Vocês sabem que ultimamente nada se cria, tudo se copia né? Então...
Hoje falei com um amigo sobre cartas, e isso me deu uma ideia genial. E é justamente o que trago pra vocês. 
Quem não gosta de receber aquelas cartinhas de amor, hein? Quem não gosta de mandar cartas pro namorado? Apesar de tudo hoje ser sms, whatsapp e Facebook, procurem regressar no tempo e amar alguém assim.
Postarei hoje uma que se chama ''Carta para Eleonora'', espero que gostem e que retornem a época do romantismo.
Beijos, e boa leitura :)

Carta para Eleonora





      Oi querida.
      Não, oi amor.
      Melhor, Oi Eleonora.
      Tudo bem?
      Estou a escrever esta carta em prantos, as lágrimas estão fazendo com que eu manche cada letra aqui escrita, e eu não consigo controlar.
      Querida, passei a noite toda pensando em você. Lembrando das suas lágrimas, da sua tristeza, do mal que te fiz, e não consegui dormir. Detesto te machucar, mas só agora percebi o quanto errei, e sinto-me muito envergonhado por ter te feito chorar.
      Estou meio sem jeito de te mandar esta carta, visto que te magoei muito ontem. Meu intuito é te pedir perdão, mas entenderei se isso não acontecer, eu agi muito mal, não esperei você falar, não deixei você se explicar. Eu agi como um animal. Mil desculpas.
      Sei que merece mais do que isso, mas não sei o que dizer e nem como me desculpar.
      Você estava certa, quando perdemos quem amamos, quando magoamos uma pessoa, um vazio incendeia tudo e é exatamente o que está acontecendo agora. Eu devia ter confiado em você, e te escutar, mas a raiva tomou conta de mim naquele momento.
      Eleonora, eu amo você, mas só agora conheci a verdade. A Bruna, sua amiga, me contou. Peço mil perdões. Eu queria acreditar em você, mas a situação não estava favorável.
Espero que me perdoe e possa me contar o que você queria me dizer antes do momento de eu ter mandado aquele cara para o hospital. Eu juro, eu não sabia que ele era seu irmão. Eu não sabia.
      Querida, eu te amo, e espero que me perdoe.
      Aguardando sua resposta.


                                                      Com amor, seu namorado Miguel.

sábado, 17 de maio de 2014

13 de maio

     Boa noite gente!
     Não vou pedir desculpas por não está vindo postar frequentemente porque se não vai virar clichê demais, e nem vou prometer voltar todos os dias para publicar porque nunca cumpro, mas farei o possível para postar um pouquinho do meu olhar ;)
     Vamos ao que interessa!
     Gente, esse poema surgiu na mesma data a quem ele é destinado, 13 de maio, o dia da abolição da escravatura, sou suspeita de falar do que escrevo, mas eu gostei dele porque escrevi tão rápido rs'
     Espero que gostem e que compreendam  a mensagem que eu quis passar.

Ps.: Agradeço a quem volta aqui todo dia para dar uma olhadinha no meu Blog.  Amo ♥
VAMOS AO POEMA...

In cativeiro

não sou livre
ainda sinto as chibatadas
pintando meu sangue
e a dor das correntes
rasgando meus pulsos

ainda ouço as blasfêmias
ditas a mim quando não sirvo direito

ainda dói meu peito
saber que me acham diferente
por causa da minha cor

ainda vejo olhares tortuosos na rua
porque meu batom vermelho
não combina com meu tom marrom

ainda me me machuca
saber que sou escrava
que nasci pra ser empregada
e que meu cabelo é duro

ainda dói,
dói muito

e por isso não sou livre.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Último capítulo de ''A escolha''


            No capítulo anterior: ‘’ Janet percebeu que Beyle havia acordado e começou a chorar. Ela gritava pedindo perdão, por nunca ter contado, enquanto Beyle só chorava. Beyle apertou o botão da sercretaria e quem apareceu foi o médico, que a abraçou assim que a viu. Beyle estava tão desorientada que nem se deu conta de que era seu amigo, e apenas pediu para que seus pais fossem embora. Queria ficar sozinha.’’

            No último capítulo:
            Beyle, depois de horas parou de chorar, e só depois percebeu que aquele era seu amigo, e pediu um abraço. O amigo a abraçou tão carinhosamente que ela sentiu vontade de beijá-lo, e beijou. O beijo foi tão intenso, que o amigo pediu-a em casamento. Beyle estava desnorteada, ainda nem conseguia compreender o motivo pelo qual estava alí, seus pais não eram seus pais, Ralph não estava alí e agora mais essa, o seu amigo a pedindo em casamento. Ela desmaiou.
             Ao acordar estava em casa, rodeada por flores, imaginou ser de Ralph, mas não era, era do seu amigo, e abraçou um buquê. Deitou, e as lágrimas começaram a vagar pelo seu rosto, e a porta do seu quarto se abriu, era seu pai. Magoada, ela não queria falar com ninguém, pediu para o pai sair, ele obedeceu. Quando tentou dormir novamente, a porta abriu, mas agora era Ralph, com um buquê de rosas em mãos. Sentou na cama e a abraçou.
            Beyle imaginou que o abraço era por conta de sua longa estadia no hospital, mas não era, Ralph chorava desesperadamente em seus braços, e entre soluços gritava que não a merecia. Beyle, cheia de problemas, ficou ainda mais confusa.
            Ralph tentou se acalmar, pois precisava contar a verdade, a sua verdade a Beyle, mas antes, terminou todo o romance. Imaginou que Beyle iria ficar chateada, mas não, ela também pensara o mesmo, pois não adiantava levar um romance em frente sem amor.
            Um pouco aliviado, mas chateado pela atitude de Beyle, Ralph pegou em sua mão e contou sua história. Quando tinha 17 anos, Ralph foi parar nas ruas, pois sua mãe adotiva o jogara lá, por motivos que até hoje ele desconhece. Sem ter oque fazer e comer, Ralph passou a roubar supermercados para sobreviver. E acabou conhecendo um homem que lhe estendeu a mão e o acolheu. O problema é que esse homem era um cafetão gay, que obrigava Ralph a fazer sexo com ele e com os clientes de seu bordel, tudo por dinheiro. Ralph foi tomando gosto pela coisa, e cobrava o dobro do que o cafetão pedia, e guardava sua outra metade ‘’roubada’’ e ainda o que o cafetão lhe pagava. E foi assim que ele conseguiu sua riqueza.
            Beyle ficou assustada, jamais podia imaginar que Ralph tivesse sofrido dessa forma, e ainda ter gostado. Não sabia o que pensar, só que Ralph não havia acabado ainda, ele afirmou que ainda está com o cafetão e que mantinha um caso com os dois, e que seu livro ‘’Amarguras’’ conta a sua história. Beyle desmaiou.
            Henrique estava preocupado, apesar de não amar Beyle, ele estava preocupado, pois sabia que Beyle o amava muito. Janet não se importava, queria que Beyle fosse embora, pois ela estava sendo ingrata. Foi até o quarto de Beyle, e percebeu que ela não estava lá. Em cima da sua cama tinha um bilhete escrito: ‘’OBRIGADA PELOS CUIDADOS, MAS A MINHA ESCOLHA É PELOS QUE ME AMAM. FUI SER FELIZ E NÃO VOLTO NUNCA MAIS. AINDA AMO VOCÊS.’’
            Janet não conseguia esconder a alegria, e foi correndo mostrar o bilhete a Henrique. Henrique se desesperou, começou a chorar, passou mal e desmaiou. A caminho do hospital, ele sonhou com Beyle, em uma casa branca cercada por flores, ao longe via a mão de uma criança estendida o chamando, ele segurou na mão e foi. Seus batimentos caíram e ele morreu.
            No enterro, Beyle não apareceu, Janet não apareceu, ninguém apareceu. Só estava presente o padre e meia dúzia de prostitutas. Morreu sem ninguém.
            Beyle não sentia remorso algum, depois de ficar horrorizada pela história de seu noivo que a traía descaradamente, ela aceitou o pedido de casamento de seu amigo. Os dois casaram e te viveram uma linda criança, que ela chamou de Raphaele.
            Passado dois anos, Beyle caminhava alegremente com sua filha e seu marido, e avistou uma mulher parecida com a mulher que se dizia sua mãe na rua, ao passar perto dela, a mulher lhe entregou um bilhete, ela abriu e estava escrito: ‘’ÓTIMA ESCOLHA QUERIDA, SER FELIZ DE VERDADE É O MELHOR CAMINHO’’.

            Fim...

Acompanhe o 1º capítulo aqui à 1º capítulo de ''A escolha''

Acompanhe o 2º capítulo aqui à 2º capítulo de ''A escolha''

Acompanhe o 3º capítulo aqui à 3º capítulo de ''A escolha''

terça-feira, 1 de abril de 2014

Penúltimo capítulo de ''A escolha''

             No capítulo anterior: ‘’ Ralph chegou no hospital com Beyle em seus braços, e os pais dela chegaram minutos depois, Henrique andando com dificuldade. O médico se aproximou, e levou a paciente para a sala de cirurgia, ao ver quem era, uma dor dilacerando seu peito o atingiu, e sem pensar, beijou os lábios de Beyle, e no mesmo instante, Ralph apareceu no vidro do quarto.’’

            No capítulo de hoje:

                Ralph não sabia o que sentir ao ver o beijo. Não sentiu ciúmes, não sentia horror, não sentia nada. A única coisa que Ralph queria era que Beyle acordasse e lhe explicasse o que estava acontecendo. Sem nenhuma ação, Ralph foi tomar um café bem forte, e sentindo apenas culpa por não está sentindo nada.
             O médico beijva a Beyle entre lágrimas, tinha medo de perdê-la. Pois a conhecera muito e havia se apaixonado entre todos os telefonemas que faziam as noites. Conhecera na faculdade, e tornaram-se amigos. Ele queria muito mais, mas ela já estava namorando Ralph, então aceitou apenas a amizade. Mas naquele momento não, ele estava com medo de perdê-la, de nunca poder confessar aquele amor guardado.
            Janet entrou no quarto desesperada, perguntando se Beyle precisaria de transfusão de sangue, que se ela precisasse ela iria morrer, pois ela não podia fazer isso por ter problemas em suas plaquetas. O médico a interrompeu, e se apresentou como amigo de Beyle. Janet ficou intrigada, pois acreditava que a filha não tinha amigos, pois só vivia do trabalho pra casa.
            Henrique, mesmo cambaleando foi até o quarto de Beyle, e encontrou Ralph no caminho, que avisou que iria dar um pulo em casa, mas que já retornava. Ralph estava desorientado e correu para casa de um amigo. Ele tentou explicar que não estava sentindo nada por Beyle, e foi aconselhado a terminar tudo e falar a verdade a ela. Ela não merecia ser enganada daquela forma. Ele concordou e tentou reunir coragem.
            Henrique entrou no quarto e Janet já se alterou, e pediu ao médico para ficar a sós com o marido e a filha, que até então não havia acordado.
            O médico saiu, e Janet começou a xingar Henrique. Ele pedia silêncio, pois estava em um hospital e a acusou pelo estado de Beyle.
            Janet, cheia de raiva, começou a batê-lo, nisso Henrique fingiu está tendo uma dor no coração e sentou na cadeira mais próxima. Janet não se intimidou, partiu pra cima dele novamente pedindo explicações. A briga foi tão grande, que eles nem se deram conta de que Beyle havia acordado. No entanto, ela acordou com muita dor, e preferiu fingir que estava dormindo.
            Janet culpou Henrique, que culpou Janet, que enfim cansaram. Henrique explicou que havia se ferido na guerra e resolveu voltar pra casa, pois seu tempo de vida estava pequeno, por conta do câncer que havia adquirido em suas relações com prostitutas. Ele contou a Janet que voltou para contar a verdade a Beyle, pois queria morrer em paz.
            Beyle sentiu uma dor enorme ao ouvir que seu pai estava morrendo, ela o amava muito e não queria que as coisas tivessem acontecido dessa forma, percebeu que talvez por isso ele a tratava tão mal, apesar de não fazer nenhum sentido.
            Quando decidiu levantar, ouviu Janet dizer que ela nunca iria saber que eles não eram seus pais. Sentiu como se uma faca atravessasse seu peito, e chorou, pedia para nunca ter escutado aquilo.
            Janet percebeu que Beyle havia acordado e começou a chorar. Ela gritava pedindo perdão, por nunca ter contado, enquanto Beyle só chorava. Beyle apertou o botão da sercretaria e quem apareceu foi o médico, que a abraçou assim que a viu. Beyle estava tão desorientada que nem se deu conta de que era seu amigo, e apenas pediu para que seus pais fossem embora. Queria ficar sozinha.

O QUE BEYLE VAI FAZER? SERÁ QUE VAI TER PERDÃO? E QUE SEGREDO DE RALPH É ESSE?

Descubra o desenrolar de ‘’A escolha’’ no próximo capítulo.

Beijos.

Acompanhe o 1º capítulo aqui à 1º capítulo ''A escolha''

Acompanhe o 2º capítulo aqui à 2º capítulo de ''A escolha''